-Porque temos de complicar as coisas?
-Afinal tudo estava tão bem.
- Porquê?
Olho para ti e falo sem palavras…
-Se calhar não estava tão bem assim.
O silêncio ao qual me resigno.
Uma pausa, como que um pensamento sobre o que dizes.
No entanto o “Porquê?” surge como que a alimentar algo que não existe.
Blá, blá, blá!!!!
Porquê?
Mas não faz mal, sabes.
Talvez as tuas atitudes te respondam às tuas questões.
Um dia quando acordares e estiveres sozinho.
Por vezes o silêncio consegue definir melhor o que sentimos.
Hoje para ti e para o mundo sou, Estátua.
Fria e silenciosa.
Sem pinga de sangue que possas derramar, porque a alma essa está ferida e nada que possas dizer a vai curar.
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